65 anos depois, a pergunta ainda é a mesma: dá para fazer melhor?

 Em 1961, uma ideia s começou a ganhar forma em Braço do Norte, Santa Catarina. Hoje, ela é a maior indústria de molduras da América Latina e a pergunta que a fez nascer continua exatamente a mesma.

Em 1961, em Braço do Norte, Santa Catarina, o Sr. Heriberto Effting, com uma visão empreendedora, futurista e a certeza de investir no ramo, decidiu comprar uma pequena máquina para produzir também as molduras que serviriam como adorno aos espelhos produzidos pela Santa Luzia.

Ninguém imaginava, naquele momento, que essa ideia se tornaria a maior indústria de molduras da América Latina.

A Moldurarte completa 65 anos e essa data não é sobre números de produção. É sobre uma história que atravessou gerações, sustentada por uma pergunta simples, repetida todos os dias: dá para fazer melhor?

Uma ideia que virou trajetória

No começo, tudo dependia de proximidade: das mãos que operavam a máquina, do olhar que corrigia o que não estava perfeito, da confiança de quem comprava sem saber ainda que estava apostando no início de algo grande.

O crescimento não veio de um salto, mas de uma sequência de decisões pequenas, cada uma testada, ajustada e refeita até funcionar. Foi assim, ano após ano, que uma fábrica local em Braço do Norte foi se tornando referência, sem nunca abandonar o motivo que a fez começar.

Porque o que sustentou essa trajetória não foi apenas capacidade de produzir mais. Foi a disposição de continuar perguntando se dava para fazer melhor, mesmo depois de já ter dado certo.

O que não mudou em 65 anos: respeito pela madeira e pela natureza

Crescer costuma vir acompanhado de uma pergunta incômoda: dá para ficar maior sem perder a essência?

Na Moldurarte, a resposta apareceu como uma escolha pouco comum para uma indústria do seu porte: cuidar da própria floresta. Da muda plantada até a árvore que se torna matéria-prima, esse cuidado com a origem da madeira nunca foi um discurso, é uma prática que existe desde muito antes de virar tendência de mercado.

É esse tipo de escolha que separa uma empresa que apenas cresce de uma empresa que vive com propósito.

As pessoas que carregam essa história

Nenhuma história de 65 anos se sustenta sozinha. Ela é feita de gente: de quem aprendeu a reconhecer a madeira pelas mãos antes de qualquer manual, de quem passou a vida ajustando um encaixe até ele ficar exatamente certo, de quem chegou jovem e hoje conta, com orgulho, décadas de casa.

Uma carta para o Sr. Heriberto

Para celebrar os 65 anos, a Moldurarte preparou algo diferente de um vídeo institucional comum: uma carta, escrita como se fosse endereçada ao próprio fundador.

Trecho da carta: “O que o senhor começou por amor à arte em Braço do Norte, hoje é a maior indústria de molduras da América Latina. Não foi o tamanho que nos trouxe até aqui. Foi o olhar esse que o senhor tinha para cada detalhe.”
Trecho da carta: “A tecnologia mudou e o processo evoluiu. Mas a pergunta que move a Moldurarte todo dia ainda é a mesma que o senhor fazia: dá para fazer melhor? Sessenta e cinco anos depois, a resposta continua sendo sim.”

Essa é, talvez, a lição mais valiosa desses 65 anos: crescimento e essência não são opostos  quando a pergunta certa continua sendo feita todos os dias, em qualquer escala.

65 anos depois, o propósito continua o mesmo

De uma pequena máquina em Braço do Norte a uma presença em mais de 20 países, o que sustentou a Moldurarte ao longo de 65 anos não foi apenas capacidade produtiva.

Desde 1961, a Moldurarte transforma madeira em arte e arte em história.

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